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1 de agosto de 2011

Ourselves.

Após um longo período sem escrever por aqui as peripércias da minha vida, eu volto hoje só para deixar uma nota. Hoje bateu uma saudade de exteriorizar alguns sentimentos e aprendizados, mas sinto como se eu escrevesse para o além, como se o maior dos maiores fosse o único a ler e acaba que no final das contas não faz diferença nenhuma saber isso.
Nessa caminhada da vida, durante um bom tempo, tentamos fazer as coisas para que de alguma forma sejamos reconhecidos, lembrados, admirados ou até mesmo 'copiados' e seguidos, mas reparando e prestando bastante atenção no movimento do cotidiano e nos padrões dos seres humanos, é claro que isso é algo que praticamente todos tentam e algo que logicamente é em vão. Quem além de nós mesmos precisam reconhecer o que somos. Digo isso em todos os sentidos, não somente no profissional, familiar, relacionamentos, financeiro e etc... No momento em que começamos a nos auto conhecer e vemos o que realmente há dentro de nós, o infinito que somos, automaticamente nós nos auto REconhecemos e nos auto admiramos, e a necessidade que desejar admirações externas acabam, até por que isso acontece de forma natural, por empatia.
Cada um tem uma vida, um caminho e um destino, como poderia outro que não sabe ao certo o que se passa no seu coração poder ver a sua vida como você mesmo a vê? Isto é uma intimidade para ser curtida somente por você mesmo, sem a necessidade de companheiros. E quando se quer compartilhar, existe uma linguagem que é universal, o amor.

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