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29 de dezembro de 2009

Use filtro solar!

E agora só nos restam 3 dias dos 365 de um ano inteiro, para refletirmos sobre nossas atitudes, mudanças, conquistas, evoluções e amadurecimentos. Agradeça a cada minuto vivido, a cada dia acordado. Mentalize um ano melhor em todos os aspectos e principalmente além de mentalizar, faça. Faça do teu ano o ano das vitórias e crescimentos, mas não se esqueça que neste ano você não está sozinho. Há milhões de pessoas correndo atrás do mesmo objetivo que você, a felicidade. Não atropele a felicidade alheia para conquistar a sua. Abra mão de 'necessidades' banais ou gostos egoístas. Seja feliz fazendo o próximo feliz também.


Feliz 2010!

"Morte sem fim, para nós!"

Oh, que alegria extrema
Que avidez em usar
o ar que respiramos,
a boca, o olho, a mão.
Que ânsia penetrante

de nos gastarmos totalmente

em uma única explosão de riso.
Oh, esta morte insolente,
afrontante
que nos assassina de longe,
com o prazer que temos em morrer
por uma xícara de chá...

por uma leve carícia.

José Gorostiza


21 de dezembro de 2009

Marian Keyes

Hoje falo um pouco sobre a escrito irlandesa Marian Keyes, autora de vários livros que por sinal fazem muito sucesso entre as mulheres (brasileiras, irlandesas ou não).
Marian é graduada em Direito porém nunca excerceu a profissão. Sua jornada como escritora começou depois de uma luta contra o alcoolismo. Seu primeiro sucesso foi o livro "Melancia". Depois do estouro deste, foram lançados mais sete livros no Brasil:
  • Melancia (Watermelon) - 2003
  • Férias (Rachel's Holiday) - 2004
  • Sushi (Sushi for Beginners) - 2004
  • Casório (Lucy Sullivan is getting married) - 2005
  • É Agora... ou Nunca (Last Chance Saloon) - 2006
  • Los Angeles (Los Angeles) - 2007
  • Um Best Seller Pra Chamar De Meu (The Other Side Of The Story) - 2008
  • Tem alguém aí? - (Anybody Out There?) - 2009
O interessante das estórias de Marian Keyes é que eles se unem a cada livro. Os livros não são sérias e nem saga, porém, cada livro conta a história de uma irmã da família Walsh, exceto alguns livros que são histórias diferentes, porém seguindo a mesma linha das hitórias de mulheres que recebem uma surpresa não muito agradável, mas no final sempre se dão bem.
A leitura de Marian é gostosa e interessante, as leitoras de todo o mundo se identificam com os acontecimentos, pensamentos, medos, filosofias destas mulheres e do dia-a-dia de uma típica família irlandesa.




16 de dezembro de 2009

Adeus ano velho!

Há tempos as palavras me fogem e por mais que eu corra atrás delas, elas se escondem de mim parecendo não querer fazer parte da minha cultura. Um ápice de nada me surpreendeu, as atividades rotineiras me cegaram e me ensurdeceram fazendo com que eu não veja nem ouça a sutileza de uma poesia e a melodia de uma música. Enquanto as coisas vagarosamente se acalmam meu tempo passa, o nosso tempo passa e finalmente chegamos no 365° dia do ano.
Posso caracterizar meu ano de 2009 como um ano "intenso". Intenso de acontecimentos, conhecimentos, lágrimas, sorrisos, começos e fins. Um ano de intenso trabalho acadêmico e profissional, um ano de amadurecimento.
E finalmente ele chega ao fim, e agora diante do começo de mais um ano estamos resgatando nossas esperanças, recarregando nossas baterias para esperançosamente acharmos que este ano será melhor que o ano que passou. Espero ansiosamente que este ano realmente seja melhor do que o ficou, porém, não vamos nos iludir por que a cada mudança há uma dificuldade e o que muda é forma que vemos e encaramos estas dificuldades.

3 de dezembro de 2009

No words

Este momento pede somente o silêncio gélido da noite clara iluminada pela lua branca que ainda brilha no céu.
Um conflito interno que não pede palavras, nomes e conselhos. Não pede nada a não ser a solidão eterna dos sentimentos desconhecidos e desesperados.
Quero um sono eterno enquanto precisar e acalanto das estrelas distantes. Quero que haja explosões de pessoas e que o silêncio da mortalidade imortal acalme meu ser.
Talvez eu esteja cansada, cansada do que não é meu e do que não sou eu. Desculpe-me, mas não consigo me acostumar com isso tudo que é tudo mas tão pouco para mim.
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